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sábado, 30 de julho de 2011

Mulheres do Brasil

MARIA ORTIZ

Maria Antonieta Tatagiba

Durante a invasão holandesa, num dos fragorosos combates de rua, uma mulher de nome Maria Ortiz decidiu a batalha, lançando água fervente sobre o próprio Pieter Heyn de uma das janelas do casario.
Ela residia na ladeira do Pelourinho - hoje Escadaria Maria Ortiz -, via de comunicação entre as partes baixa e alta da Vila. Na última, encontravam-se os defensores e o seu armamento bélico. No propósito de se apoderarem dele, subiam os holandeses a ladeira quando Maria Ortiz, com baldes de água fervendo, os obrigou ao retrocesso, ao mesmo tempo em que, aos gritos, incitava os que se encontravam na parte alta ao prosseguimento da luta.
Não mais tentaram subir a ladeira os holandeses, enquanto os defensores, assim encorajados, a desceram, indo-lhes ao encalço, obrigando-os a tomar suas embarcações e a zarpar para bem longe.
A historiadora Nara Saletto escreve, em seu livro Donatários, Colonos, Índios e Jesuítas, que a atuação de Maria Ortiz foi oficialmente reconhecida no relatório que o donatário do Espírito Santo enviou ao Governador-Geral:
"... Na repulsa dos invasores audaciosos, é de justiça destacar a atitude de uma jovem moça que astuciosamente retardou o acesso dos invasores à parte alta da Vila, por eles visada, permitindo assim que organizássemos, com os homens e elementos de que dispúnhamos, a defesa da sede. Essa jovem se tornou para nós um exemplo vivo de decisão, coragem e amor à terra. E ela devemos esse valioso serviço, sem o qual a nossa tarefa seria muito mais difícil e penosa. O seu entusiasmo decidido fez vibrar o dos próprios soldados, paisanos e populares na defesa e perseguição do invasor audaz e traiçoeiro."

Fonte:http://www.morrodomoreno.com.br/materias/maria-ortiz.html acesso em 28/07/2011



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Hospital Universitário Cassiano A. de Morais (Hospital das Clínicas)
Santos Dumont – Vitória/ES
Tel.: (27) 3335-7184

Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher
Muquiçaba - Guarapari/ES
Tel: (27) 3362-0264

Pró-Vida - Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica
Secretaria de Direitos Humanos – Prefeitura Municipal da Serra
Serra/ES
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Delegacia de Polícia Judiciária - DPJ
Centro – Viana/ES
Tel.: (27) 3255-1171, 2ª a 6ª, das 8h às 18h

Centro de Referência de Apoio à Mulher Vítima de Violência
Prainha – Vila Velha/ES
Tel.: (27) 3388 4272, 2ª a 6ª, das 8h às 18h

Casa Abrigo de Vila Velha
Encaminhamento através do Centro de Referência

Programa S.O.S. Mulher
Hospital Municipal de Cobilândia – Hospital da Mulher
Cobilândia – Vila Velha/ES
Tel.: (27) 3136-2560

Centro de Atendimento S.0.S Mulher
Rede de Apoio a Mulher Viva Maria
Independência – Cachoeiro de Itapemirim/ES
Tel.: (28) 9885-3130, de 2ª a 6ª, das 9h às 18h

Fonte: http://copodeleite.rits.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=155 acesso em 30/07/2011

Referências Bibliográficas

Os textos abaixo tratam da condição da mulher negra, inserida num país onde existe um histórico de desigualdades que se estende ao longo dos tempos. Cita suas condições na educação, no mercado de trabalho e na sociedade, e o descaso que acabam sofrendo por conta dos preconceitos que existem na sociedade em geral.
No site http://www.africaeafricanidades.com.br/ encontramos, além de um texto muito interessante sobre a mulher negra brasileira, várias informações da raça afro-descendente, como artigos e matérias, e também dispõe de uma biblioteca virtual de obras literárias relacionadas a esse tema.

Link dos textos: http://www.africaeafricanidades.com/documentos/A_mulher_negra_brasileira.pdf

http://www.overmundo.com.br/overblog/a-mulher-negra-e-pobre-no-brasil